A importância do setor de Higiene, Limpeza e Lavanderia

A importância do setor de Higiene, Limpeza e Lavanderia

No dia 22 de fevereiro, é celebrado o Dia do Auxiliar de Limpeza e Lavanderia. A data representa uma oportunidade para reconhecer a relevância de uma categoria profissional essencial para o funcionamento seguro e adequado da instituição hospitalar.
O setor de Higiene, Limpeza e Lavanderia exerce papel fundamental na manutenção dos ambientes, contribuindo diretamente para o controle de infecções, a segurança assistencial e o bem-estar de pacientes, acompanhantes e colaboradores. As atividades desenvolvidas por essas equipes garantem ambientes limpos, organizados e adequados, bem como o fornecimento contínuo de roupas e enxovais devidamente higienizados.
Em treinamentos e processos de integração institucional, reforça-se constantemente que a limpeza e a lavanderia são indispensáveis para o funcionamento do hospital. Esses serviços sustentam as rotinas assistenciais e possibilitam que todas as demais áreas desempenhem suas funções com segurança e qualidade.
A atuação nesses setores vai além da execução técnica das atividades. Envolve responsabilidade, compromisso, atenção aos protocolos e cuidado com as pessoas, refletindo diretamente na qualidade dos serviços prestados pela instituição. O trabalho integrado entre as equipes é essencial para que os objetivos organizacionais sejam alcançados de forma eficaz.
Como forma de reconhecimento, nos dias 22 e 23 de fevereiro, será realizada uma ação voltada ao bem-estar dos colaboradores do setor no Hospital Santa Helena, organizada pelo Recursos Humanos, reafirmando o compromisso institucional com a valorização profissional.
Registramos nosso agradecimento a todos os profissionais de Higiene, Limpeza e Lavanderia pela dedicação, responsabilidade e contribuição diária para o bom funcionamento do hospital.


Wigor Marques, Analista de Recursos Humanos do Hospital Santa Helena

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Uma homenagem a mulheres de fibra

Mais do que uma simples data no calendário, o Dia Internacional da Mulher representa a força, a resiliência e a competência feminina em todas as áreas da sociedade. No Hospital Santa Helena temos o compromisso de valorizar e reconhecer a importância das mulheres, proporcionando um ambiente de respeito, inclusão e crescimento. E, nesta data especial, queremos homenagear duas mulheres cuja trajetória inspira a todos: Hilda e Zoraida.

A Hilda é exemplo de dedicação e liderança na Gestão Financeira. Ela iniciou sua jornada no Hospital Santa Helena em 27 de agosto de 1984, como enfermeira. Foi uma das responsáveis pela implantação do Serviço de Enfermagem e, em 1988, recebeu o convite do Dr. Antônio Correa para integrar a equipe gestora. Desde então, tem sido peça-chave na estruturação dos serviços hospitalares, desempenhando atualmente a função de Diretora Financeira.

Ao longo dos anos, sua liderança tem sido marcada por comprometimento, visão estratégica e um profundo senso de responsabilidade. Seu trabalho não apenas fortalece a instituição, mas também inspira e motiva colegas de todas as áreas. Hilda é um exemplo de que a competência e a dedicação abrem caminhos e criam oportunidades para outras mulheres.

A Zoraida é exemplo de inovação e gestão na Área Administrativa. A história de Zoraida dentro do Hospital Santa Helena também é de grande impacto. Em 1988, iniciou sua trajetória como Nutricionista, sendo responsável por implantar todo o serviço de nutrição. Seu profissionalismo e comprometimento logo se destacaram, chamando a atenção de Hilda e do Doutor Marcelo Sandrin, que reconheceram seu potencial e a convidou para compor a diretoria do hospital.

Desde então, Zoraida assumiu o cargo de Diretora Administrativa, gerenciando, junto às equipes, os serviços de apoio e atuando diretamente na área técnica. Sua capacidade de liderança e inovação têm sido essenciais para a evolução do hospital, garantindo eficiência e qualidade em todos os setores.

O Hospital Santa Helena não apenas reconhece o papel essencial das mulheres na instituição, mas reafirma seu compromisso em valorizá-las diariamente. Por isso, neste Dia Internacional da Mulher, organizamos uma Semana de Ações Especiais, repleta de momentos de cuidado, bem-estar e reconhecimento, com aula aeróbica, momentos de beleza, almoço especial e muito acolhimento.

Hilda e Zoraida são exemplos vivos de que a liderança feminina transforma ambientes e inspira pessoas. Suas histórias reforçam que, com dedicação e coragem, é possível superar desafios e alcançar grandes conquistas. Neste Dia Internacional da Mulher, celebramos não apenas suas trajetórias, mas também o impacto que elas têm na vida de tantas outras pessoas dentro e fora do Hospital Santa Helena.

Que sua liderança continue inspirando futuras gerações. Parabéns, Hilda e Zoraida! Parabéns a todas as mulheres!

Escrito por Analista de Recursos Humanos do Hospital Beneficente Santa Helena, Wigor Marques

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A psicologia perinatal obstétrica no contexto hospitalar

De acordo com os estudos científicos e práticas, observou-se que a psicologia obstétrica aborda os aspectos emocionais, psicológicos e comportamentais relacionados à gravidez, parto e pós-parto. Esse ramo da psicologia se dedica a entender as experiências únicas das mulheres durante o ciclo gravídico-puerperal, considerando não apenas os aspectos biológicos, mas também os emocionais que podem influenciar a saúde mental materna.

Com a crescente conscientização sobre a importância da saúde mental na gestação e no período pós-parto, a psicologia obstétrica busca oferecer suporte psicológico às gestantes, ajudando-as a lidar com ansiedades, medos e expectativas relacionados ao parto e à maternidade. Além disso, esse campo foca na prevenção e tratamento de transtornos mentais que podem surgir durante nesse período, como depressão pós-parto e ansiedade perinatal.

A integração da psicologia no cuidado obstétrico promove uma abordagem mais holística e centrada na paciente, reconhecendo que a saúde mental e emocional da gestante é fundamental para um desfecho positivo, tanto para a mãe quanto para o bebê. Assim, a psicologia obstétrica não apenas enriquece o cuidado prestado às mulheres durante a gestação, mas também contribui para uma melhor compreensão e apoio durante uma das fases mais transformadoras da vida.

A minha percepção da importância começou depois da minha jornada no Hospital Santa Helena, que iniciou em 2021, quando entrei para o setor de Coordenação de Enfermagem como auxiliar administrativa. No entanto, foi a minha crescente curiosidade sobre o funcionamento da assistência obstétrica que realmente transformou minha experiência.

Comecei a acompanhar de perto as visitas aos postos de enfermagem, observando e auxiliando as enfermeiras em suas rotinas diárias. Foi nesse ambiente, rodeada de profissionais dedicados ao cuidado e bem-estar das pacientes, que descobri uma verdadeira paixão pela obstetrícia. Assistir ao trabalho das enfermeiras, que com tanto carinho e competência cuidam das mães e dos bebês, foi uma experiência transformadora. Cada gesto, cada palavra de conforto, cada ação, por menor que fosse, revelava a grandiosidade do cuidado ao próximo.

Senti uma profunda admiração e respeito por essas profissionais e uma vontade crescente de fazer parte desse universo de alguma forma. Essa jornada no Hospital Santa Helena é muito mais do que uma experiência profissional, foi um período de crescimento pessoal e de descobertas. Aprendi que o cuidado vai além das técnicas e procedimentos, é um ato de amor e dedicação.

Sou estudante de Psicologia no último período da faculdade e pós-graduanda em Psicologia Perinatal e Obstétrica. Trabalhar no Hospital Santa Helena vem me ajudando a descobrir minha verdadeira vocação e a desenvolver uma visão muito mais humanizada para todos os pacientes, especialmente as gestantes. Pude observar, por exemplo, que a psicologia perinatal obstétrica no contexto hospitalar desempenha um papel fundamental no apoio emocional e psicológico de mulheres durante a gestação, parto e período pós-parto.

O Hospital Santa Helena é uma verdadeira escola, onde mais de 700 partos são realizados mensalmente. Graças à oportunidade de estágio que me foi concedida, pude transformar teoria em prática, percebendo a importância vital de uma psicóloga em um centro obstétrico. Cada paciente, com sua individualidade, trouxe-me emoções e ensinamentos sobre a importância de ser ouvida e acolhida em um momento tão único de suas vidas.

Suporte emocional durante o parto, a presença de um psicólogo perinatal pode proporcionar suporte emocional contínuo, ajudando a gestante a lidar com o estresse e a ansiedade do momento. Técnicas de relaxamento, respiração e visualização são frequentemente utilizadas para facilitar um parto mais tranquilo.

No cuidado no período do pós-parto, a psicologia perinatal continua a fornecer suporte, ajudando as novas mães a se ajustarem às demandas da maternidade. Uma prática especial que realizamos é o carimbo da placenta, um gesto simbólico para que a mãe se lembre-se de que ali foi o lar de seu bebê.

A presença de uma psicóloga obstétrica é crucial para assegurar que as mulheres recebam um cuidado abrangente, que aborde tanto suas necessidades físicas quanto psicológicas. Esse suporte é fundamental para prevenir complicações psicológicas, promover a saúde mental e o bem-estar das pacientes, e melhorar os desfechos perinatais. Além disso, a psicologia perinatal obstétrica no hospital ajuda a criar um ambiente de parto mais seguro e positivo, onde as mulheres se sentem apoiadas e compreendidas em suas experiências emocionais. Isso não só melhora a experiência do parto, mas também contribui para a saúde a longo prazo da mãe e do bebê.

Escrito pela Auxiliar administrativo da Coordenação de Enfermagem e Estagiária de Psicologia no Hospital Santa Helena, Maria Eduarda Rodrigues Silva

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A importância da atuação do setor de Recursos Humanos no Hospital

A importância da atuação do setor de Recursos Humanos no Hospital

 

 

O setor de recursos humanos é de grande valia em uma organização, pois é ele quem cuida do bem mais precioso de uma empresa, as pessoas. Como profissional da área, acredito firmemente que o contato pessoal é essencial para promover a confiança e a transparência em todas as nossas interações. As palavras humanização e acolhimento não são clichês nesse contexto.

Neste artigo, dedico-me a falar um pouco sobre o assunto dentro da minha experiência profissional de RH no Hospital Beneficente Santa Helena. O nosso Setor de RH é dedicado a orientar e aconselhar todos os colaboradores, garantindo que cada indivíduo se sinta valorizado e respeitado. Entendemos que o bem-estar dos nossos colaboradores é crucial para que possamos oferecer o melhor atendimento aos nossos pacientes.

O processo de recrutamento e seleção no Hospital é realizado de forma presencial, pois ainda acredito que essa é a melhor maneira de demonstrarmos a nossa dedicação à humanização e transparência. Esse método nos permite conhecer melhor os candidatos, compreender suas necessidades e expectativas e garantir que eles se sintam acolhidos desde o primeiro contato.

O RH do Santa Helena está sempre de portas abertas para receber a todos com respeito e acolhimento, mesmo que seja para uma conversa pessoal, profissional ou de orientações, reforçando o nosso compromisso com a criação de um ambiente de trabalho harmonioso e eficiente.

Trabalhamos com a missão de proporcionar um atendimento de excelência não apenas aos pacientes, mas também aos nossos colaboradores, contribuindo para o crescimento profissional e pessoal de cada membro da equipe. Em conversa com meu gestor, ele se recorda da evolução nos processos de seleção e captação de talentos. Em 1996 o Hospital tinha apenas 86 funcionários.

Hoje, somos uma grande família de 430 colaboradores. Esse crescimento é motivo de grande orgulho para todos que fazem parte da instituição, não só pelo aumento numérico, mas pela oportunidade de contribuir para a vida de tantas pessoas. Trabalhar com pessoas, e suas particularidades, ao meu redor é uma experiência gratificante.Não penso apenas nos 430 colaboradores, mas nas 430 famílias que representamos e buscamos apoiar de alguma forma. Cada decisão tomada pelo setor de RH e a Liderança imediata são feitas com o objetivo de beneficiar essas famílias, garantindo um ambiente de trabalho saudável e integrativo.

 

Eu mesmo sou um exemplo do que venho citando nesse artigo. Comecei na recepção em 2014 e, ao longo dos anos, os Recursos Humanos identificaram o meu crescimento pessoal e profissional. Então foi me dada a oportunidade de atuar como analista de recursos humanos. Foram anos de dedicação, muita transmissão de conhecimentos e experiências, que hoje posso atuar na área e ministrar o conteúdo apreendido para outras pessoas como professor.

Continuaremos a trabalhar com dedicação e compromisso para manter um ambiente de trabalho humanizado e transparente, sempre focados no bem-estar dos nossos colaboradores e suas famílias. Porque trabalhar nos recursos humanos é ter a certeza, acima de tudo, que o principal fator é o HUMANO.

Analista de Recursos Humanos e Docente do Senai, Wigor Marques

 

 

Dr. Marcelo Sandrin, médico intensivista, pneumologista, cardiologista e clínico.

Atenção especializada ao idoso: porque precisamos mudar o modelo de cuidado em saúde.

Sou médico há mais de 50 anos e acompanhei, ao longo da minha trajetória, transformações profundas na medicina. Tenho quase três décadas de atuação em Cuiabá, e essa vivência me permite afirmar, com segurança: a medicina evoluiu tecnologicamente, mas o sistema de saúde, especialmente no atendimento ao idoso, precisa urgentemente ser reorganizado.

Sempre acreditei que informação em saúde faz diferença, e isso independe de viés político. A saúde precisa estar permanentemente em foco, sendo avaliada, corrigida e aprimorada em favor da população. Existem excessos que precisam ser cortados e realidades que precisam ser melhoradas. Foi com esse olhar que construímos propostas voltadas não ao aumento de gastos, mas ao uso mais inteligente dos recursos que já existem, e esses não são poucos.

A realidade é que vivenciamos um envelhecimento populacional em Mato Grosso, o que exige urgência e inovação no modelo de atenção à saúde. A densidade de pessoas com mais de 60 anos apresentou crescimento de 70% entre 2010 e 2022, segundo o Censo IBGE, passando a representar cerca de 11% da população estadual.

Esse envelhecimento acentuado traz um novo perfil epidemiológico, com aumento de doenças crônicas, e exige disposição diferenciada em estruturas de acolhimento. Ao longo dos anos, identifiquei que uma parte significativa da sobrecarga das unidades de pronto atendimento e dos prontos-socorros poderia ser evitada. Estimamos que cerca de 30% dos atendimentos de urgência e emergência ocorrem porque o paciente, especialmente o idoso, não foi atendido no momento correto.

Criamos uma cultura em que tudo virou urgência. Emergência é emergência, urgência é urgência e atendimento eletivo é eletivo. Essa distinção se perdeu, especialmente após a ampliação das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Não critico a existência dessas unidades, aliás, elas são fundamentais, mas quando o atendimento eletivo falha, a população recorre ao pronto atendimento, o que impacta todo o sistema.

Quero deixar claro que, dentro desse cenário, o idoso não precisa de privilégios, mas de um cuidado adequado às suas necessidades. Hoje, vemos idosos internados ao lado de pacientes com pneumonia ou outras doenças infecciosas, em ambientes que não foram pensados para eles. As equipes, muitas vezes, não são treinadas para lidar com as particularidades do envelhecimento.

Os dados mostram que apenas 27% dos municípios do estado contam com Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) e o único abrigo público da capital, Abrigo Bom Jesus, enfrenta fila de espera. Não se trata apenas de geriatria, trata-se de organização. A implantação de um Plano Estadual de Atenção Especializada ao Idoso, com profissionais capacitados e fluxos bem definidos.

Falando em miúdos, os idosos precisam de um espaço para atendimento, com rotinas diferenciadas para prevenção e controle de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e AVC. Essa “unidade”, minimizaria os impactos no tratamento, permitiria mais conforto ao paciente, maior eficiência no cuidado e, principalmente, uma redução expressiva das internações desnecessárias.

Na verdade, com poucas mudanças é possível reduzir em até 30% a sobrecarga dos serviços de urgência e emergência, especialmente em Cuiabá, que é um polo atrator de atendimentos em saúde. Essa ação representaria uma melhoria na qualidade de vida dos idosos com atenção personalizada e humanizada, redução de internações desnecessárias e otimização dos recursos do SUS e alívio imediato para unidades de emergência, possibilitando atendimento mais eficiente para adultos e crianças.

O fato é: Mato Grosso estará preparado para desafios demográficos? Projeções apontam que, até 2045, os idosos representarão 30% da população. Então é preciso priorizar, o mais rápido possível, iniciativas que não aumentam os gastos, mas potencializam o uso inteligente dos recursos existentes.

Aproveito para deixar uma reflexão muito importante, todos nós queremos chegar à velhice. E o que estamos plantando hoje na saúde do idoso é exatamente o que colheremos amanhã. Investir em um plano estruturado de atenção especializada ao idoso não é apenas uma decisão técnica ou administrativa, é um compromisso ético com o futuro da nossa sociedade.

Dr. Marcelo Sandrin, médico intensivista, pneumologista, cardiologista e clínico.

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JANEIRO BRANCO, uma experiência vivida no Hospital Santa Helena

O Hospital Santa Helena tem colocado a saúde mental dos colaboradores em primeiro lugar. Por meio de iniciativas como caminhadas ao ar livre, massagens e auriculoterapia, realizadas em parceria com os alunos de Fisioterapia, e com o apoio do setor de Recursos Humanos e da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), buscamos promover o bem-estar emocional de nossa equipe.

A Campanha Janeiro Branco visa conscientizar sobre os cuidados com a saúde mental e emocional, prevenindo doenças como ansiedade, depressão e síndrome do pânico. Essas condições podem ser causadas por diversos fatores, como genética, estresse, abuso de substâncias e traumas. Também incluem transtornos de humor, esquizofrenia e transtorno bipolar.

O setor de Recursos Humanos trabalha continuamente para contribuir com a qualidade de vida dos colaboradores, tanto dentro quanto fora do ambiente de trabalho, sempre fortalecendo parcerias para esse propósito.

A direção do Hospital Santa Helena valoriza o bem-estar emocional da sua equipe, pois, quando os colaboradores estão bem psicologicamente, o atendimento aos nossos clientes e pacientes é realizado de maneira leve, agradável e humanizada. Essa atenção não se limita ao ambiente hospitalar, mas se estende às vidas e às famílias de cada colaborador.

Para reforçar essa iniciativa, o Hospital promoverá uma caminhada no parque, integrando os colaboradores fora do ambiente de trabalho. Será uma oportunidade de socialização e união entre os colegas. Contamos também com o apoio de empresas que abraçaram a causa e estão nos enviando brindes para este mês especial.

É importante lembrar que o cuidado com a saúde mental não deve se restringir apenas ao mês de janeiro. Ele deve ser parte de nossa rotina diária. Quando cuidamos de nossa mente, tudo ao nosso redor melhora.

Eu, Wigor, acredito muito nessas ações que nos fazem refletir sobre a importância do autocuidado, das terapias, dos esportes e das pausas para pensar sobre o que realmente importa. A vida tem seu ritmo, e aprender a respeitá-lo é essencial.

Vamos juntos valorizar a saúde mental todos os dias!

Analista de Recursos Humanos do Hospital Beneficente Santa Helena, Wigor Marques

 

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Santa Helena, o Hospital de Chapa e Cruz

Seria ousadia minha querer discutir a origem de um dos termos mais conhecidos do nosso linguajar Cuiabano e que tem as mais diferentes versões em qualquer discussão da nossa Cuiabania. Indiscutível mesmo é que o termo chapa e cruz é usado para designar o cuiabano legítimo, aquele que nasceu, vive e pretende morrer em nossa querida cidade-verde, sendo que a chapa em questão, em muitas vertentes, se refere a certidão de nascimento desse.

Desta forma, há 61 anos atrás, em 9 de julho de 1963, era assinada a constituição ou podemos dizer, a Chapa, do Cuiabano que estaria presente e apoiando a “dar à luz” a tantos outros, o Hospital Santa Helena.

Incrustado no morro da região do João da Costa Pereira, próximo a leiteria do local, já na zona rural da cidade, visto que Cuiabá naquela época praticamente se encerrava na atual avenida Mato Grosso. Sua origem modesta, desde sempre e para sempre, tem base forte no apoio à nossa população, principalmente em situações de vulnerabilidade. Sempre fazendo muito e falando pouco. Fazendo o bem, sem olhar a quem.

Seu povo, a Família Santa Helena, atualmente com 450 colaboradores (sendo quase 80% mulheres) e mais de 100 médicos, diuturnamente se dedica a apoiar outras famílias em histórias de superação que se fundem em uma só. Sendo aproximadamente dez mil partos por ano, está presente nas vidas de mais de um terço da população mato-grossense e quase 70% da população da baixada cuiabana. São verdadeiros heróis que merecem todo nosso respeito e admiração.

Além de estar presente no momento mais crítico e abençoado para as famílias, a Maternidade recebeu o selo Hospital Amigo da Criança, em reconhecimento da UNICEF, e busca sempre reduzir a mortalidade infantil, apoiando e conscientizando sobre a importância do aleitamento materno o alimento padrão ouro. É do Hospital a iniciativa do “Primero Berço”, onde as mães saem do Hospital recebendo uma caixa em que, além de ter itens de primeira necessidade para ela e para o bebê, e um pequeno presentinho, ainda conta com acolchoamento interno para ser utilizado como berço, essa estrutura tão importante para proteção dos recém-nascidos.

Tudo isso ainda é somado ao Método Canguru, onde o recém-nascido pré-termo ou baixo peso (que no Brasil representam 10% dos bebês) recebem uma linha de cuidados adicionais baseados em cinco pilares (acolhimento do bebê e sua família, respeito às individualidades, promoção do contato pele a pele precoce, envolvimento da mãe e do pai nos cuidados com o bebê e apoio a amamentação).

O Amor ao Próximo e a busca pela excelência nas práticas de saúde estão presentes em todos que encontram sua vocação. Colaboradores com mais de 30, 40 anos de casa, ali construíram suas famílias, e alguns até já estão em sua segunda ou terceira geração familiar trabalhando no Hospital. Esse é o diferencial que fez e faz o Hospital superar tamanhas dificuldades da saúde no Brasil.

Tendo se tornado Hospital Beneficente, compromete-se em atender, em sua grande maioria, pelo Sistema Único de Saúde, tão importante para nossa população, onde num país de tamanhas desigualdades, quase 80% do povo, não conta com plano de saúde e fica exposto em um momento tão crítico como quando a saúde lhe falta.

Imaginemos por um momento como seria se num país com tanta falta de oportunidades, não contássemos com apoio de entidades filantrópicas, e de Saúde Pública por meio do SUS para apoiar a população carente quando mais precisam, ou ainda idosos, mães, recém-nascidos, entre tantos outros. Com essa missão, o Hospital busca, desde sempre e para sempre, ampliar seu impacto e responsabilidade social.

Suas especialidades atendidas transbordaram a maternidade, ampliando-se para Ginecologia, Clínica Geral, Pediatria, Hemodinâmica, Cirurgias Ortopédicas, Urológicas, Gastrologia, entre vários outros, chegando atualmente a uma taxa de utilização superior a 95%, estando entre as maiores do setor.

Essa alta capacidade atual vem gerando importantes reflexões sobre como manter e ampliar o atendimento à população para as gerações futuras. A filantropia apenas é possível com apoio do Estado (como ensina Adam Smith, o Pai da Economia Moderna, o Estado precisa garantir os direitos de todos e, portanto, é parte integrante desta equação), mas principalmente com engajamento de entidades privadas e da população como um todo.

Recentemente o Hospital Beneficente Santa Helena, esse jovem em seus 61 anos, tem se renovado, com projetos de expansão, criação de setores como Planejamento Estratégico, Comunicação e Relações Externas (repaginando suas mídias sociais), bem como reforço em seus principais Pilares Estruturais como Pediatria e Neonatologia, tudo isso apesar das infelizmente tão conhecidas mazelas da saúde em nossa capital.

Nesta construção de futuro, foi conclamado a toda população para votar no Slogan que mais caracterizava todo legado do Hospital, e o resultado não poderia ter sido mais emblemático: “Hospital Santa Helena, uma história de amor desde o nascimento”.

Como a vida nos ensina a cada nascimento, todos os dias temos a benção da renovação, a possibilidade de escrever uma nova história ou ainda reforçar histórias positivas. Assim como esse texto lhe tocou neste momento e há infinitas possibilidades em cada alvorecer, então qual convocação mais iluminada senão à saúde e ao amor ao próximo? Saúde, Cuiabá!

Executivo, filantropo, voluntário em gestão e planejamento estratégico do Hospital Santa Helena Bernardo Sandrin

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Hospital Santa Helena realiza curso com os colaboradores sobre o Método Canguru

Hospital Santa Helena realiza curso com os colaboradores sobre o Método Canguru

O objetivo é sensibilizar os pais e disseminar a prática de cuidado com o recém-nascido

O Hospital Beneficente Santa Helena (HBSH) é a instituição em Mato Grosso certificada pelo Ministério da Saúde como Centro Estadual de Referência do Método Canguru. Com o objetivo de disseminar a prática, o Hospital realizará nos dias 21 a 23 de maio um curso de sensibilização do método para os profissionais da instituição.

O Método Canguru faz parte da Política Nacional de Saúde e integra um conjunto de ações voltadas para a qualificação do cuidado ao recém-nascido e sua família. A prática traz diversos benefícios como a redução do tempo de internação, favorece o vínculo mãe/pai/bebê e família, possibilita segurança maior dos pais em relação aos cuidados, estimula o aleitamento materno, reduz o risco de infecção hospitalar, reduz o estresse e a dor, melhora a comunicação da equipe de saúde com a família, possibilita também o desenvolvimento psicomotor do recém-nascido, o ganho de peso mais rápido, e reduz até a mortalidade infantil.

O método envolve cinco pilares, que são o acolhimento do bebê e a sua família, respeito à individualidade do recém-nascido e de seus pais, promoção precoce do contato pele a pele, envolvimento da mãe/pai nos cuidados com o bebê e apoio à amamentação. A prática envolve etapas, sendo a primeira que vai do pré-natal até o nascimento do bebê, quando ele é encaminhado para a UTI neonatal ou para alojamento conjunto. A segunda etapa que é na unidade hospitalar e a terceira que é a alta hospitalar, onde entra o cuidado compartilhado entre hospital e unidade básica de saúde.

“O Método Canguru é importantíssimo no cuidado com o recém-nascido e família. Por isso, o curso visa capacitar os profissionais sobre o método e seus benefícios, para que esses possam praticar junto aos recém-nascidos, pais e demais familiares durante a internação do bebê na unidade. No Santa Helena a família é acompanhada durante todo o processo de internação do bebê e estimulada a praticar o método”, afirma a Coordenadora do Centro Estadual de Referência Laura Cristina.

O Hospital realizou uma "Mobilização das equipes de profissionais em alusão ao Dia Internacional do Método Canguru (15/05) nos dias 15 e 16 de maio, com a equipe de tutoras mobilizando todos os setores do hospital, demonstrando a importância da prática e sensibilizando as equipes para essa vivência. A atividade foi coordenada pela Tutora Daiane Noeli.

O curso ocorrerá paralelo à Semana Mato-grossense de Doação, Proteção e Sensibilização da Amamentação, dos dias 20 a 24 de maio, de realização da Superintendência de Gestão à Saúde, da Secretaria Estadual de Saúde.

 

 

 

A Importância da Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho

5 1Em 2013, aos 19 anos, vivi um dos momentos mais difíceis da minha vida, perdi a visão do olho esquerdo, ficando com cegueira ocular. Naquele momento, parecia que o meu mundo havia acabado. Pedi meu desligamento da empresa em que atuava como Auxiliar Administrativo e me afastei para tentar me recuperar da fatalidade que havia acontecido. Foi um período de superação, dor e, ao mesmo tempo, de redescoberta.
Algum tempo depois, descobri que o Hospital Santa Helena estava contratando pessoas com deficiência. Essa oportunidade foi um marco em minha vida, pois me mostrou, na prática, a importância da inclusão social e da diversidade. Foi a partir dali que encontrei forças para recomeçar e mostrar meu valor.
A inclusão de pessoas com deficiência (PCD) no mercado de trabalho vai além de uma exigência legal. É um compromisso com a valorização da diversidade, da inovação e do potencial humano. Cada profissional traz consigo uma história única, feita de aprendizados, desafios e conquistas que contribuem para o crescimento das organizações.
A minha trajetória é um exemplo de que a dedicação, a capacitação e a busca pelo crescimento fazem a diferença. Em 07 de junho de 2014 iniciei minha jornada profissional como Recepcionista Júnior. Foram três meses de muito aprendizado até ser promovido a Secretário de Posto, onde permaneci por quase um ano. Logo em seguida, recebi o convite da Gerência de Enfermagem para atuar como Secretário da Coordenação de Enfermagem, função que desempenhei por seis anos e que ampliou meu olhar sobre gestão e pessoas.
Nesse período, iniciei a faculdade de Recursos Humanos, me formei e conquistei duas MBAs: uma em Liderança e Coaching e outra em Desenvolvimento Humano nas Organizações. Após essa preparação, assumi meu cargo atual como Analista de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas, área em que posso contribuir diariamente com a valorização profissional, treinamentos, integração e desenvolvimento dos colaboradores.
Sempre acreditei que o conhecimento é um dos principais caminhos para evoluir. Por isso, iniciei também o curso técnico de Segurança do Trabalho e, em maio de 2025, participei de um congresso em São Paulo, buscando novas práticas para aplicar no dia a dia e fortalecer ainda mais nossa equipe.
O que desejo destacar com esse relato é que ser PCD não é uma limitação. O medo de não ser aceito ou de permanecer em um mesmo cargo por anos não deve impedir ninguém de acreditar em seu potencial. É possível crescer, evoluir e conquistar novas oportunidades. Eu mesmo sigo em busca de crescimento dentro da empresa, sempre disposto a aprender, assumir novos desafios e agregar valor em cada função que exerço.
Incluir pessoas com deficiência é reconhecer talentos que podem transformar realidades. Para nós, profissionais de RH e Gestão de Pessoas, essa missão deve ser conduzida com respeito, responsabilidade e humanidade, pois quando a inclusão é real, todos crescem juntos.


Analista de Recursos Humanos do Hospital Beneficente Santa Helena, Wigor Marques

A importância do cuidado da saúde mental pelas empresas

Diante do cenário atual, a saúde mental é um tema amplamente discutido e de extrema importância. Mais do que a simples ausência de problemas, a saúde mental é compreendida como um estado no qual o indivíduo está suficientemente bem para lidar com as diversas e imprevisíveis situações cotidianas.

Afinal, viver no mundo contemporâneo implica enfrentar, diariamente, as complicações causadas pelo ritmo intenso da vida e pela fragilidade aparente de algumas relações, contratempos que podem prejudicar nossas interações sociais a médio e longo prazo.

Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), a saúde mental refere-se a um estado de bem-estar no qual o indivíduo desenvolve suas habilidades pessoais, consegue lidar com as emoções da vida, trabalha de forma produtiva e está apto a contribuir para sua comunidade.

O Hospital Santa Helena é uma instituição que, além de ajudar inúmeros pacientes, também se preocupa com seus colaboradores e eu sou um exemplo disso. Em 2019, fui diagnosticado com depressão e tentei suicídio. Após esses acontecimentos, meu psiquiatra recomendou meu afastamento do trabalho para que eu pudesse me tratar e, assim, retornar ao meu papel no hospital.

No entanto, optei por continuar trabalhando durante o tratamento, pois ficar em casa, sozinho, enquanto meus pais trabalhavam, poderia não ser bom para mim. Solicitei ao médico, em conjunto com a direção do hospital, para continuar desempenhando minhas funções normalmente na instituição. Recebi o carinho e apoio de todos, e sempre digo que minha melhora se deu, em grande parte, devido a esse afeto.

Sou grato ao hospital por seu olhar humano e por sempre nos auxiliar em todos os aspectos de nossas vidas. Após essa fase, evoluí significativamente. Concluí minha graduação, fiz especializações e, hoje, além de trabalhar no hospital há dez anos, sou professor no período noturno, onde compartilho meu conhecimento e o aplico na prática com meus alunos.

Que possamos sempre lembrar que não devemos falar sobre saúde mental apenas no mês de setembro, mas sim durante o ano todo. Que setembro seja um mês para falarmos de coisas positivas e para ressaltarmos o quanto estamos evoluindo, lembrando sempre que a saúde mental importa. Posso dizer, e aproveito este artigo como testemunho, que uma empresa que pensa no colaborador pode sim salvar muitas vidas, e foi isso que aconteceu comigo!

Que este texto possa mostrar a muitos empreendedores, presidentes e gestores que o olhar para o outro é significativo. A gratidão que carrego reflete diretamente em meu trabalho, e aqui me sinto em família. Que possamos sempre replicar bons exemplos! Cuide de você, cuide da sua equipe!

Analista de Recursos Humanos do Hospital Beneficente Santa Helena, Wigor Marques

 

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A importância da valorização profissional nas organizações

As significativas mudanças após o surto da pandemia mundial de Covid-19, que ocorreu em março de 2020, mostraram a importância de uma gestão estratégica e humanizada nas organizações. O Hospital Santa Helena adotou uma abordagem especial para acompanhar seus colaboradores, contratando médicos plantonistas para realizar atendimentos dentro da própria instituição.

Dessa forma, os colaboradores não precisaram se deslocar até pronto-atendimentos, enfrentando filas ou demorando para receber atendimento, especialmente devido ao alto índice de infectados ou suspeitos de contrair o vírus. O hospital tem o compromisso de atender a todos.

O Hospital Santa Helena sempre se preocupou com a equipe multiprofissional. Todas as categorias são importantes para a instituição, que se considera uma família em todos os aspectos. Independente da categoria social, todos são prezados e valorizados. Eu sou prova viva desse compromisso. Em 2018, entrei em um quadro depressivo, e todos os setores, incluindo a direção, demonstraram muita preocupação e atenção pelo meu caso.

Fiquei tão impressionado com tanto cuidado e amor que minha recuperação foi rápida, graças aos tratamentos de profissionais e ao afeto de todos. Na época, eu exercia o cargo de Secretário da Coordenação de Enfermagem, auxiliando a Responsável Técnica de enfermagem, enfermeiros e técnicos de enfermagem, esclarecendo dúvidas e desempenhando outras funções.

Os funcionários merecem muito mais que um simples “obrigado”. É essencial ter e manter uma equipe talentosa e engajada para o crescimento e funcionamento eficiente da instituição. Uma das melhores maneiras de reter talentos é mostrar a eles que são reconhecidos e valorizados.

Quando comecei a trabalhar no Setor de Recursos Humanos, área para a qual estudei, uma das prioridades, junto com a direção, foi focar na valorização de todos. Ouvir os colaboradores, comemorar o dia de cada categoria e organizar eventos para promover a interação entre todos.

A valorização profissional é uma intervenção poderosa e, ao mesmo tempo, simples, que qualquer empresa pode realizar para melhorar o clima organizacional. Isso aumenta o engajamento das equipes com a cultura corporativa, melhora a saúde e segurança psicológica no ambiente de trabalho, e diminui o estresse ocupacional e a rotatividade.

Wigor Marques é Analista de Recursos Humanos do Hospital Beneficente Santa Helena

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Hospital Beneficente Santa Helena presta homenagem no Dia do Doador de Sangue

Hospital Beneficente Santa Helena presta homenagem no Dia do Doador de Sangue

Dia do Doador de Sangue, celebrado no dia 14 de junho, presta homenagem a todos os doadores de sangue